Resenha #40: Um Toureiro Cigano

E aí meus baixinhos queridos! Tudo bem com vocês? Comigo tudo ótimo.
Hoje vim apresentar para vocês o livro Um Toureiro Cigano que recebi de cortesia do autor Antônio de Pádua, espero que gostem.

Um Toureiro Cigano
Livro recebido de cortesia do autor
Autor: Antônio de Pádua A. A. Barros
Págs: 70
Gênero: Ficção
Formato: 14 X 22
Editora: Chiado Editora
Lançamento: 2015
Sinopse: Cidade do Rio de Janeiro abriga uma aldeia de ciganos, onde vemos um rapaz que atende por nome de Navarro, desde cedo mostrar um talento impressionante no trato de animais selvagens.
Ao conhecer Sr. Azevedo e Sr. Braga, estes a fim de levá-lo a participar de uma rede apostas nas arenas de touradas espanholas e apenas visando seus lucros e interesses pessoais, envolvem cigano Navarro em uma trama, treinando-o e transformando-o em um toureiro.
O destino se encarrega de trazer para a vida do cigano, Hanan, uma cigana dançarina vinda do oriente. Onde os dois se conhecem ainda no Brasil, apaixonam-se perdidamente e fogem para viver este amor com a ajuda de um cigano amigo e misterioso, que não diz seu nome, sendo conhecido e chamado apenas de guardião.
Novamente o destino transitará nesta história, conduzindo o casal apaixonado juntamente com seu guardião as terras do Egito. Onde, cigano Navarro, encontrará seu destino fatal, após enfrentar um touro que o levará a seu desencarne, na própria arena.
Seu amigo guardião resolve voltar a terras Espanholas e seguir os passos de seu amigo Navarro. Enquanto cigana Hanan sendo resgatada da solidão e do abandono, novamente dá chance ao amor e se rende a proteção de um Tuareg.

Quem aqui já escutou uma história de cigano? Se ainda não teve a oportunidade venho lhes apresentar esse livro. Antes gostaria de avisar que estou aqui para avaliar a obra e não julgá-la, irei falar o que achei e acaso se identificar é só comprar e desfrutar da leitura. Todos sabem que faço o possível para passar o que a obra me diz e que sou sincero tanto com o autor quanto com o leitor, por isso se não gostar do que irei falar NÃO ME JULGUE.

Esse livro chegou até mim por um contato que o autor Antônio de Pádua me fez pela página do blog perguntando como funcionava para mim resenhar o livro dele. Expliquei o que devia ser feito e nesta segunda-feira o livro chegou em minha residência. Fiquei de boca aberta ao ver a finura do livro e resolvi ler naquele mesmo dia. Comecei por volta das vinte (20) da noite e conclui mais ou menos às vinte e três (23) do mesmo dia, sim esse livro é bem curtinho.

Como diz na capa e na introdução do livro, essa história foi ditada por um espírito cigano que já partiu dessa vida e é conhecido como Amadeu... Aproveito esse parágrafo e agradeço ao Antônio por ter me cedido a oportunidade de ler essa obra, pois é uma satisfação e tanto conhecer um pouco sobre a cultura cigana que eu tinha um pouco de curiosidade em saber como era.


Narrada em terceira pessoa do singular "em meu ponto de vista" esse livro é um conto bem curtinho por que como vocês podem conferir na descrição do mesmo, ele tem setenta (70) páginas e isso fez com que minha leitura fosse bem rápida. Mas voltando ao propósito da resenha que é conhecer o livro, conhecemos Navarro um garoto cigano que é filho de Ruiz o cigano mais conhecido do acampamento em que moravam.

Ruiz se destacava por ser uma pessoa que adorava, cuidava e curava os animais feridos. Essa mesma paixão passou para Navarro que em um dia recebeu a visita do Sr. Azevedo o fazendeiro mais conhecido daquele local. Pediu com que Ruiz currasse seu touro e em troca ele iria pagar muito bem pelo cuidado.

Ao aceitar Ruiz pede para que Navarro leva-se o touro e assim começar os cuidados, mas quando Navarro foi para se aproximar do animal, pode-se notar que o mesmo não tinha tanta confiança nele. Como de costume Navarro olha nos olhos do bichano e do nada o touro se acalma, deixando assim o garoto encostar nele.


Impressionado Azevedo fica sem reação, ao voltar pegar o animal dá uma quantia de dinheiro para Ruiz e indica ela para outro fazendeiro. Esse era o Sr. Braga que levou um cavalo para que Navarro deixasse mais manso, pois ele seria presente a uma das filhas de um amigo. Ao cumprir o trato, Braga faz uma proposta para Navarro entrar com o cavalo no meio da festa que ele ia fazer e assim entregar o animal.

Aceitando a proposta Navarro pede para sua mãe Luzia fazer uma roupa de toureiro para ele usar no dia em que iria entregar o cavalo. Quando a festa chegou Navarro cumpre com seu objetivo, mas se depara com uma dançarina do ventre muito bonita e por ela se apaixona perdidamente... Ao entrar na festa todos ficam se perguntando quem que seria o toureiro bonito que trazia o cavalo e vendo a repercussão que o garoto fez, Azevedo e Braga inventam uma história "que envolvia a dançarina" para que Navarro aceitasse ser toureiro e assim fazer dele um baú de tesouro por ser bom com animais.


Isso é tudo que posso falar sobre a história, agora vamos a avaliação do conteúdo em geral! No meu ponto de vista ela foi muito bem elaborada e deu a impressão que ela é verídica, ou seja, parece que aconteceu na vida real mesmo. Não encontramos erros ortográficos, mas senti falta de revisão porque achei pequenos erros de concordância e também ela poderia ser um pouco mais trabalhada, pois a obra toda tem uma narrativa meio que superficial! Isso não me incomodou, mas não sei se vocês se importam com isso.

Uma coisa que me incomodou um pouco foi  que nas divisão de diálogo e narração não tem o hífen [-], isso faz com que não tenhamos noção de onde acaba a fala e começa a narração. A capa é muito bonita e o livro por ser muito fino é concluído em questão de horas "foi o que aconteceu comigo", basta apenas você sentar em sua cadeira e desfrutar da leitura.

Como dito logo no início, sempre tive curiosidade em saber como era a cultura cigana e nesse livro pude conhecer o pouco sobre eles. Em geral gostei do livro e recomendo para todos aqueles que gostam de uma leitura rápida e descontraída, também indico para aqueles que gostam de um romance "digamos" bobinho.


Antônio de Pádua A. A. Barros
Antônio de Pádua Alves de Araújo Barros, paulistano, casado, 42 anos, homem comum que jovem ainda, com apenas 16 anos passou a observar fenômenos mediúnicos. Começou a procurar sem sucesso em muitas religiões a explicação de muitas questões, que a própria ciência, ainda não explicava ou explica.
A partir dos 18 anos de idade, percebe que existe uma força espiritual cigana lhe acompanhando e a partir desse momento passa a estudar para conhecer a fundo este povo e sua cultura. Descobrindo em sua própria árvore genealógica, alguns antepassados ciganos.
A partir dos 30 anos ao lado de sua esposa, resolve finalmente dar inicio aos trabalhos mediúnicos. Abrindo em sua própria casa uma Tsara Cigana, para que pudesse atender a todos que procuravam uma ajuda.
Por todo este tempo recebe orientações diretas de alguns espíritos ciganos e deste modo contribui para a propagação dessa cultura.  Chegando aos 40 anos lhe é concedida a permissão de escrever essa obra, com o devido cuidado de não fugir as recomendações dos próprios espíritos relatados nesse livro.



Então é isso pessoal! Espero que tenham gostado dessa resenha, comentem aí em baixo se você já conhecia a cultura cigana e se for a sua primeira vez aqui no blog, lhe convido a seguir, se inscrever no canal, curtir a página do blog lá no Facebook, me seguir no "Twitter" "Pinteres" "Instagram" e me adicionar no Skoob.

No mais é isso, muito obrigado pela sua atenção e até a próxima. Tchaau.
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